Home | Introduction | What's Included | Products | More Info | FAQ's

Moradia de luxo em são joão da madeira aceita permuta | Imovirtual sapatas de madeira

Moradia de luxo em são joão da madeira aceita permuta

S. João da Madeira, Aveiro

295 000 €
Contacte-nos
    • Preço 295 000 € 1 068,84 €/m²
    • Área útil (m²) 276 m²
    • Área bruta (m²): 326 m²
    • Tipologia: T4
    • Ano de construção: 2010
    • Casas de Banho: 3
    • Certificado Energético: A
    • Condição: Usado
    • Aceita Permuta: Sim
  • Características

    • Aquecimento Central
    • Cozinha Equipada
    • Estacionamento
    • Jardim
    • Lareira
    • Varanda
    • Vista de campo/serra

Descrição

Moradia de luxo com 3 pisos e 3 agradáveis varandas. No R/c existe a garagem para dois carros,portoes automatizados ,arrumos. Hall de entrada, Lavandaria equipada com máquina de lavar a roupa, máquina de secar e móveis em PVC, divisão para sapatos e uma sala de convívio,aspiraçao central. O 1º piso é composto por escritório, sala de jantar/estar, quarto de banho de serviço e cozinha totalmente equipada (móveis, frigorífico/congelador, placa vitrocerâmica, forno, microondas de encastrar, exaustor e máquina de lavar louça,video porteiro. No 2º piso encontra-se a zona de descanso com uma suite (quarto, closet e casa de banho, com chuveiro e divisória de proteção), dois quartos (com roupeiros embutidos) e uma casa de banho. A zona exterior (equipada com mobiliário exterior) é muito agradável pois é abrigada e permite fazer convívios.Toda a moradia tem black-outs eletricos,iluminaçao natural, moradia situa-se numa zona central da cidade, mas é calma e agradável. Está perto dos acessos da IC2,A32, escolas, zona comercial e possibilidade de Permuta.

Ler mais...
!

Erro ao carregar o mapa

Por volte tente mais tarde

Pode encontrar nas redondezas...

3700-268, São João da Madeira, S. João da Madeira

Não existem pontos de interesse no mapa

Id do anúncio no Imovirtual: 6217712

Número de visualizações: 3424

Data de criação: há mais de 14 dias

Data de modificação: 21.10.2017

Contacte-nosMensagem

sapatas de madeira

maisons timberline
timberland stalen teen laarzen
timberland bank login
tienda online de timberland

3rd Edition | October 28nd 2017
  • Informations
    • Madeira Island
    • Funchal City
  • Races
    • EFMC80km
    • EFMC40km
    • EFMC25km
    • EFMC15km


Sapatas

ELITON ALMERINDO ELITONrow
Download
Tweet
denunciarDenunciarrow
Creative CommonsLicença de uso: BY-NC-NDrow

(Parte 2 de 10)

São elementos com grandes dimensões, construídos com concreto simples ou ciclópico, dimensionados de modo que as tensões de tração neles produzidas possam ser resistidas pelo concreto. Podem ter suas faces verticais, inclinadas ou escalonadas e apresentam em planta seção quadrada ou retangular (figura 1.9).

a) altura constante b)altura variável

Figura 1.9 - Blocos apoiados diretamente no terreno

1.3. HISTÓRICO

Segundo LEONARDS [1962], as sapatas são o modo mais antigo de fundações.

As sapatas isoladas, abordadas neste texto, surgiram durante a idade média, com o desenvolvimento da arquitetura gótica e, conseqüentemente, das colunas individuais. Nenhuma regra de projeto era seguida. A largura da sapata freqüentemente era determinada a partir da resistência do solo. Portanto, para solos mais resistentes, empregavam-se sapatas com áreas menores do que para solos de maior resistência. Raramente se associava o tamanho da sapata à ação que essa iria receber, e sim ao espaço disponível e à forma da coluna ou parede que ela suportava. Na ocorrência de falhas, alargavam-se as fundações afetadas. Os recalques de tais fundações com freqüência eram grandes.

Até o meados do século XIX, muitas sapatas eram construídas de alvenaria. A evolução da arquitetura, com projetos cada vez mais arrojados, trouxe os edifícios altos e de grande peso próprio, resultando, portanto, em difíceis casos de fundações, despertando maior interesse em projeto nessa área. As sapatas, para suportarem maiores ações, tornaram-se mais largas, profundas e, portanto, com maior peso próprio, contribuindo com uma grande parte do peso da estrutura. Uma solução encontrada para o problema do peso das fundações foi a construção de grelhas, construídas em camadas perpendiculares entre si, de madeira ou aço (figura 1.10). As sapatas convencionais de alvenaria eram construídas sobre estas grelhas. Utilizadas primeiro em Chicago (EUA), no final do século XIX, essas grelhas, principalmente as de aço, representaram um importante avanço na diminuição de peso e profundidade das sapatas. Com o desenvolvimento do concreto armado no início do século X, o custo das fundações diminuiu consideravelmente, substituindo, portanto, as sapatas com grelhas.

Um significativo avanço na área de fundações foi obtido com a concepção de que a área da fundação deveria ser proporcional à ação aplicada e que o centro de aplicação deveria ser alinhado com o centro de gravidade da sapata. Esta grande contribuição foi dada por Frederick Baumann em Chicago, no ano de 1873.

Capítulo 1 - Introdução ao projeto de sapatas 6

Figura 1.10 - Sapatas com grelhas

Ainda, segundo LEONARDS [1962], a engenharia de fundações progrediu rapidamente, com o desenvolvimento da mecânica dos solos atribuída a Karl Terzaghi que, em 1925, publicou um trabalho, fornecendo a primeira análise integrada do comportamento dos solos e particularmente dos recalques, encontrando solução para muitos problemas de fundações.

Na engenharia estrutural, os processos de cálculo vêm se desenvolvendo, inclusive com análises experimentais, para melhoria dos atuais modelos de cálculo. Os métodos numéricos têm sido estudados pensando no dimensionamento automatizado. Hoje, muitos programas de dimensionamento contém rotinas para o projeto de estruturas de fundações.

1.4. RIGIDEZ DA SAPATA

Pela relação entre suas dimensões, uma sapata pode ser rígida ou flexível. Em

MONTOYA [2000], diz-se que a sapata é flexível, quando l > 2h e rígida quando h2≤l (figura 1.1). A rigidez influi, principalmente, no processo de dimensionamento e de determinação das armaduras. A NBR 6118:2003 indica que as sapatas são consideradas rígidas quando a altura

(h) é maior ou igual a medida do lado da sapata (a) menos a medida da seção do pilar

(ap), ambas na mesma direção, dividida por 3, ou seja:

Em caso contrário a sapata é dita flexível. Um outro fator determinante na definição da rigidez da sapata é a resistência do solo. Para terrenos com pequenas tensões admissíveis indica-se sapata flexível, e para tensões maiores sapata rígida. ANDRADE [1989] sugere a utilização de sapatas flexíveis para solos com tensão admissível menores do que 150 kN/m2.

h h

Figura 1.1 - Dimensões da sapata

E. L da Silva, R. D. Vanderlei e J. S. Giongo - USP – EESC – SET Concreto armado: projeto de sapatas Agosto de 2008 7

Nas sapatas flexíveis, o comportamento estrutural é de um elemento estrutural fletido, portanto, submetido às ações de momento fletor e força cortante. O dimensionamento requer as verificações das capacidades da sapata absorver as tensões normais e tangenciais. Por ter o comportamento associado ao de laje maciça sob ação de força concentrada a sapata precisa ser verificada às tensões tangenciais oriundas da punção. As sapatas rígidas não precisam ser verificadas à punção, embora a verificação da resistência à força cortante seja feita com os critérios de verificação à punção.

1.5. DETALHES CONSTRUTIVOS

A face de contato de uma sapata precisa ser assente a uma profundidade tal que garanta que o solo de apoio não seja influenciado pelos agentes atmosféricos e fluxos de água. Na divisa com terrenos vizinhos, salvo quando a fundação for assente sobre rocha, tal profundidade não deve ser inferior a 1,5m. E na escolha do nível da base da sapata, devem ser considerados os seguintes fatores:

a) altura da sapata; b) nível das vigas baldrames, definidas por indicações dos projetos arquitetônicos; c) dificuldades de montagens das fôrmas e do processo de concretagens; d) necessidade de espaço acima das sapatas para passagem de dutos, pisos rebaixados, etc.; e) profundidade da camada de solo de apoio; f) volume de terra resultante das escavações; g) presença de água subterrânea; h) necessidade de aumentar as ações permanentes.

A altura da sapata pode ser variável, linearmente decrescente, da face do pilar até a extremidade livre da sapata, proporcionando economia no volume de concreto. No entanto, a altura h0 (figura 1.1) é limitada a um valor tal, que o cobrimento seja suficiente nas zonas de ancoragem, e no mínimo 15 cm; e o ângulo das superfícies laterais inclinadas do tronco de pirâmide não dificulte a concretagem. Segundo

MONTOYA [2000] este ângulo não deve ultrapassar 30°, que corresponde aproximadamente ao ângulo do talude natural do concreto fresco.

As sapatas de altura constante são mais fáceis de construir, mas como o consumo de concreto é maior são indicadas quando há a necessidade de um volume elevado para aumentar o peso próprio e quando as sapatas têm pequenas dimensões.

No caso de sapatas de altura variável, no topo da sapata precisa existir uma folga para apoio e vedação da fôrma do pilar, normalmente com 25 m (2,5 cm). No caso de sapatas próximas, porém situadas em cotas diferentes, a reta de maior declive que contém suas bordas precisa fazer, com a vertical, um ângulo α como mostrado na figura 1.12, com os seguintes valores:

- solos pouco resistentes: α ≥ 60°;

- solos resistentes: α = 45°;

Capítulo 1 - Introdução ao projeto de sapatas 8

- rochas: α = 30°;

A fundação situada em cota mais baixa precisa ser construída primeiro, a não ser que se tomem cuidados especiais.

Figura 1.12 - Fundações próximas, mas em cotas diferentes NBR 6122:1996

É preciso construir uma camada de concreto simples de 5cm a 10cm de espessura, ocupando toda a área da cava da fundação. Essa placa de concreto simples é necessária para nivelar o fundo da cava, como também serve de fôrma para a face inferior da sapata. Permite, também, o apoio dos espaçadores das barras das armaduras. Em fundações apoiadas em rocha, após o preparo da superfície (chumbamento ou escalonamento em superfícies horizontais), é preciso moldar um enchimento de concreto de modo a se obter uma superfície plana e horizontal, nesse caso, o concreto a ser utilizado tem que ter resistência compatível com a pressão de trabalho da sapata.

O cobrimento das barras da armadura nas sapatas precisa ser igual ou maior que 5 cm, visto que se encontram em meio agressivo. Em terrenos altamente agressivos aconselha-se construir um revestimento de vedação.

E. L. da Silva, R. D. Vanderlei e J. S. Giongo - USP – EESC – SET Concreto armado: projeto de sapatas isoladas Agosto de 2008 9

CAPÍTULO 2 ALGUNS ASPECTOS GEOTÉCNICOS

O projeto de uma fundação envolve considerações de mecânica dos solos e de análise estrutural. O projeto precisa associar racionalmente, no caso geral, os conhecimentos das duas especialidades.

Este capítulo traz conceitos básicos relativos aos problemas de geotecnia no projeto de fundações, que ajudam a prever e adotar medidas que evitem recalques prejudiciais ou ruptura do terreno, com conseqüente colapso da estrutura.

2.1. INVESTIGAÇÕES GEOTÉCNICAS

O engenheiro de fundações inicia o projeto com um conhecimento do solo onde irá se apoiar a fundação. Os problemas causados em uma superestrutura por insuficiência de infra-estrutura são graves na maioria das vezes, e sempre de correção onerosa. É recomendável realizar investigações geotécnicas, para evitar dimensionamento inadequado que possa exigir, no futuro, reforço nas fundações, que pode ser evitado com a realização de ensaio complementar.

O projetista deve saber acerca da extrema complexidade do solo, cujo comportamento é função das pressões com que é solicitado, e depende do tempo e do meio físico, não sendo possível definir precisamente a relação tensão-deformação. Uma investigação tão completa quanto possível da natureza do solo é indispensável, no entanto, sempre haverá risco em relação às condições desconhecidas.

A amplitude das investigações geotécnicas é função de diversos fatores, entre eles: tipo e tamanho da obra; e o conhecimento prévio das propriedades do terreno, obtidas por meio de dados disponíveis de investigações anteriores de terrenos vizinhos ou de mapas geológicos.

Por meio das investigações geotécnicas são obtidas as propriedades do terreno de fundação, natureza, sucessão e disposição das camadas; e a localização do lençol freático, de maneira que se possa avaliar mais corretamente a tensão admissível do solo.

Para fins de projeto e execução, as investigações geotécnicas do terreno de fundação deve seguir as especificações da NBR 6122:1996.

2.2. ESCOLHA DO TIPO DE FUNDAÇÕES

A qualidade e o comportamento de uma fundação dependem de escolha, que melhor concilie os aspectos técnicos e econômicos de cada obra. Qualquer insucesso nessa escolha pode representar, além de outros inconvenientes, grandes custos de recuperação ou até mesmo o colapso da estrutura ou do solo.

O engenheiro de fundações, ao planejar e desenvolver o projeto, precisa obter todas as informações possíveis, atinentes ao problema; estudar as diferentes soluções e variantes; analisar os processos construtivos; prever suas repercussões; estimar os custos e, então, decidir sobre as viabilidades técnica e econômica.

Os fatores que influenciam na escolha do tipo de fundação são analisados a seguir.

(Parte 2 de 10)

« anterior
  • 1
  • 2
  • 3
  • 4
  • 5
  • 6
  • 7
próxima »

Comentários






Upcoming Events

xx/xx/xx:  Special Sale on all products from noon until 3:00 pm!

xx/xx/xx:  Mayor Bob will be on hand for the ribbon cutting ceremony marking the opening of our newest location!

xx/xx/xx:  More stuff!