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Bárbara Volnei: Qual o melhor tipo de cabide? venda de botas de madeira para mulheres

Qual o melhor tipo de cabide?

 
Hoje em dia encontramos no mercado diversas opções de modelos e preços de cabides. Mas qual é o melhor para eu pendurar as minhas roupas? Vamos conhecer juntos os benefícios de cada modelo.
Antes de começar a ler, gostaria de deixar uma informação bem clara: como diz o ditado, "cada caso é um caso". As opiniões abaixo são pessoais. Pode ser que ao conversar com outras pessoas elas tenham opiniões diferentes das minhas, o que é normal. Indico aqui o que faço em casa e que há anos tem dado certo. 
Antes de escolher qual o ideal para você, avalie primeiro o que você irá pendurar: é pesado? É leve? Escorrega? Tenho espaço para pendurar tudo o que eu preciso? A partir disso, escolha qual modelo atenderá melhor a sua necessidade.

A forma correta de colocar suas roupas no cabide faz com que elas se conservem passadas e também conservadas, pois alguns cabides podem deformar algumas roupas se colocadas de forma inadequada.


Modelos de Cabides:

Madeira

Apesar de serem os mais caros e ocuparem mais espaço no varão, é o melhor. Pela qualidade do material e a durabilidade, você o terá pela vida toda. Maaaaas com o o guarda-roupa geralmente não tem espaço sobrando, prefiro usá-los somente para peças mais pesadas: ternos, casacos, vestidos de festa, etc. Se você tem espaço sobrando, invista neles.O modelo "cavado gaúcho" (este da foto) é o ideal para camisas sociais.

Plástico

Por ser mais barato e fácil de encontrar, ele é o mais usado na maioria das casas. Mas sempre observe a qualidade: se eles dobram com facilidade, provavelmente irão deformar a curto prazo, dependendo do peso da peça que você colocar para pendurá-lo. Compre os mais resistentes. Os modelos como os da foto que possuem estes ganchinhos são ótimos para pendurar blusas de alcinha.

Acrílico

Apesar de serem lindos, não é dos meus preferidos. Com relação a espaço, entram no mesmo critério do cabide de madeira: são mais largos e ocupam mais espaço. Mas o meu "grilo" com ele é que ressecam com o tempo, podem quebrar ou rachar com uma simples queda. Mas gosto é gosto. Acho lindo nas lojas, mas não é muito prático para ter em casa.

Metal (ou cromado)

Por serem fininhos, são uma bênção para ganharmos espaço. São ideais para blusas femininas e de tecido leve. O material é pra vida toda também. Mas não são todos os tipos de peças que podem ser penduradas neles, como as camisas sociais masculinas, por exemplo, pois deixa uma quina nos ombros.

Arame

Estes são os famosos cabides de lavanderia. Apesar de algumas colegas de profissão terem horror a este modelo (rs), ele pra mim serve tanto quanto o de metal, com a diferença que são revestidos. Dizem que ele é perigoso porque podem descascar este revestimento, enferrujar e sujar a roupa. Bem, nestes meus longos 11 anos que levo roupas para a lavanderia, nunca nenhum meu enferrujou ou estragou. Acredito que isso depende muito de quem usa. Sabendo que são de arame por dentro, não devo colocá-lo em contato com a água, certo?

Veludo
Este modelo é ótimo para pendurar peças que escorregam, como blusas de alcinha, de seda, gola canoa. Não podem ser molhados de jeito nenhum! São mais caros, mas vale o investimento.
 

Com presilha
Ideais para colocar vestidos tomara que caia, de um ombro só, saias longas ou curtas. Se tiver espaço sobrando, podem ser colocadas as bermudas também.

Infantil

Até os 8 meses (dependendo do tipo de peça), ainda dá para usar estes almofadados, mas eles ocupam muito espaço! A partir desta idade, é indicado adquirir os cabides infantis semelhantes aos de adultos. Os de acrílico ficam lindos para colocar as roupas de crianças.

Gravatas

Existem algumas colméias à venda no mercado onde você pode guardar as gravatas enroladas, mas prefiro que elas sejam guardadas penduradas em cabides próprios, pois não amassam/amarrotam e fica mais fácil de visualizar e esolher. Alguns tipos de cabides para gravatas também podem ser utilizados para colocar cintos.



Cabides para Lenços

Eu aaamo lenços! Tenho vários! Além dos modelos acima, existem modelos lindos que são vendidos em lojas de artesanato. No cabide fica mais fácil de visualizá-los e mais prático para pegar e combinar com as blusas que temos.

Dica importantes e valiosíssimas! 
  • O ideal é que a maioria das roupas ficassem penduradas, pois não ficariam com aquela marca da dobra quando são guardadas em gavetas. Pense bem no seu espaço e redistribua as suas roupas de acordo com a necessidade e frequência de uso: se tem alguma no cabide que você usa pouco, dobre e guarde na gaveta. Se tem alguma dobrada que você usa sempre, coloque-a no cabide.
  • Uniformize os seus cabides. Se não puder comprar tudo de uma vez, vá comprando aos poucos até que todos os seus cabides sejam iguais. Além de ficar bonito, seu espaço fica mais otimizado, pois todos terão o mesmo formato.
  • Você pode escolher um tipo de cor para cada morador da casa. Por exemplo: os de acrílico para você, os de madeira para seu marido e os de plástico preto para os filhos.
  • Antes de comprar os cabides novos, faça um desapego. Se tem roupas que você não usa há mais de 6 meses (com exceção das roupas de inverno), provavelmente elas não te farão falta. Se este é um processo difícil para você, confira neste post e veja como isso pode ser possível.
  • O ideal é que você pendure somente uma peça por cabide. Faça o teste: digamos que você ache que ganha espaço pendurando duas calças em um cabide. Se você medir, estará ocupando o mesmo espaço de dois cabides, ou seja, não compensa e você ainda amarrota suas roupas.
  • Peças de tricô, lã ou jersey não podem ser penduradas pois ficam deformadas ou com pontas.
Se você precisa urgentemente organizar seu guarda roupa mas não sabe por onde começar, clique aqui e confira as dicas para deixá-lo como capa de revista!
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Estas informações podem ser publicadas gratuitamente em seu site, jornal, revista ou newsletter, desde que informada antecipadamente ao autor do artigo no email: barbaravolnei@hotmail.com e, uma vez autorizada, citada a fonte: www.barbaravolnei.blogspot.com.br  As imagens deste post foram extraídas da internet. Caso o proprietário de direito de uso das mesmas não as queira exibidas nesta página, gentileza entrar em contato.
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O Mito da Inferioridade da Mulher

Evelyn Reed

1954


Fonte: Sexo Contra Sexo ou Classe Contra Classe. São Paulo: Editora Instituto José Luís e Rosa Sundermann, 2008.
Transcrição: Ana Chagas

HTML: Fernando A. S. Araújo.
Direitos de Reprodução: © 2008, Editora Instituto José Luís e Rosa Sundermann. A editora autoriza a reprodução de partes deste livro para fins acadêmicos e/ou de divulgação eletrônica, desde que mencionada a fonte.


capa

De um modo geral, uma das principais características do capitalismo e da sociedade de classes, é a desigualdade entre os sexos. Na vida econômica, cultural, política e intelectual, os homens são os amos, enquanto as mulheres cumprem um papel de subordinadas e inclusive de submissas. Só muito recentemente a mulher começou a sair da cozinha e dos quartos das crianças para protestar contra o monopólio do homem. Mas a desigualdade inicial permanece.

Esta desigualdade entre os sexos caracterizou a sociedade de classes desde o seu início já há cerca de dois mil anos, permanecendo através de seus três períodos mais importantes: escravagismo, feudalismo e capitalismo. Por esta razão, a sociedade de classes se caracteriza essencialmente pela dominação masculina, e esta dominação foi difundida e perpetuada pelo sistema da propriedade privada, pelo Estado, pela Igreja e pelas instituições familiares que servem aos interesses, dos homens. Com base nesta situação histórica divulgou-se o mito da pretendida superioridade social do sexo masculino. Geralmente, diz-se como um axioma imutável que os homens são socialmente superiores porque são naturalmente superiores. De acordo com este mito, a supremacia masculina não é um fenômeno social característico de um momento determinado da história, mas sim uma lei natural. Os homens, afirma-se, foram dotados pela natureza de atributos físicos e mentais superiores.










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