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Encontro defende Saúde pública em Setúbal

"É fundamental um maior investimento no Serviço Nacional de Saúde"

A presidente da Câmara  de Setúbal, Maria das Dores Meira, assegurou que a autarquia vai continuar a defender intransigentemente o Serviço Nacional de Saúde e a opor-se ao encerramento de estruturas sanitárias. A garantia foi deixada na sessão de abertura do I Encontro das Unidades de Saúde Pública da Península de Setúbal, que decorreu ao longo do dia no Fórum Municipal Luísa Todi, com o objetivo de refletir sobre novos caminhos para uma melhor prestação de cuidados de saúde. A autarca defende a adoção de uma política de saúde que dê primazia aos cuidados primários, nomeadamente com a construção de novos centros de saúde no concelho, em Azeitão e no Bairro Santos Nicolau.
Autarquia de Setúbal defende mais investimento na saúde pública 
Na iniciativa, organizada pelas unidades de saúde pública Arrábida, Arnaldo Sampaio e Higeia, com o apoio, entre outras entidades, da Câmara Municipal, a autarca deixou claro que o município continuará a opor-se ao encerramento de centros de saúde, bem como a defender “a manutenção de todas as valências no Centro Hospitalar de Setúbal e o desenvolvimento da rede de cuidados continuados”.
Para Maria das Dores Meira, “é fundamental um maior investimento no Serviço Nacional de Saúde, a par do aumento do número de profissionais em todas as áreas dos cuidados de saúde”.
A autarca defende a adoção de uma política de saúde que dê primazia aos cuidados primários, nomeadamente com a construção de novos centros de saúde no concelho, em Azeitão e no Bairro Santos Nicolau.
Importante é também, reforçou, a reabilitação e requalificação dos equipamentos de saúde existentes e a melhoria das condições de instalação e funcionamento dos centros de saúde da Praça da República (beira-mar) e de Vale do Cobro.
O investimento na prevenção das dependências e na efetiva promoção da saúde mental são outras preocupações da Câmara de Setúbal, com Maria das Dores Meira a garantir o empenhamento “na concretização de uma melhor cidade, de um melhor concelho, objetivo para que, necessariamente, contribuem estas ações na área da saúde”.
A autarca assegurou ainda a disponibilidade do município no apoio a todos os que, nas unidades de saúde pública, se empenham diariamente para que os cuidados prestados aos munícipes sejam cada vez mais qualificados e de mais fácil acesso.
“A existência de um Serviço Nacional de Saúde público, gratuito e de qualidade continua a ser, para nós, um pilar fundamental da sociedade portuguesa. Foi uma conquista da revolução de Abril que tudo faremos para manter viva, insistindo no inalienável direito que todos os portugueses têm a cuidados de saúde”.

Francisco George cessa funções a 20 de Outubro 
Francisco George abandona o cargo de diretor-geral da Saúde  O encontro, com enfoque na reflexão e no debate sobre a comunicação, participação e compromisso do Plano Local de Saúde, é igualmente um dos últimos eventos em que Francisco George, que cessa funções no dia 20, surge na qualidade de diretor-geral da Saúde, facto assinalado por Maria das Dores Meira.
“Sabemos que termina as suas funções, mas temos a certeza de que não termina o seu trabalho, que continuará a desenvolver noutras áreas ligadas a este setor com a mesma qualidade e assertividade a que nos habituou”.
Na hora da despedida, Francisco George, que participou no primeiro painel dos trabalhos, sobre “Mudanças e Evolução na Direção-Geral da Saúde”, deixou o alerta para o “imenso trabalho que as equipas de saúde pública têm pela frente, nos próximos cinco anos”.
A emergência do reaparecimento de doenças transmitidas por vetores, a resistência dos microrganismos aos antibióticos e a frequência das doenças cérebro-cardiovasculares aliadas à falta de promoção de estilos de vida saudáveis são as principais preocupações apontadas pelo responsável.
“É, sobretudo, nas doenças cérebro-cardiovasculares que nos devemos centrar, para reduzir os números da mortalidade antes dos 70 anos e aumentar a esperança de vida. É este o grande objetivo da saúde pública, ou seja, prolongar a saúde dos portugueses, da população inteira, investindo mais nos que mais precisam”, afirmou Francisco George.
Estas questões integram os princípios orientadores da reforma da saúde pública, atualmente em curso, e do Plano Nacional de Saúde, que, segundo o diretor executivo, Rui Portugal, apresenta um novo modelo de governação dos programas de saúde prioritários que “é um marco relativamente ao passado”.
A redução da mortalidade prematura para um valor inferior a 20 por cento e o aumento da esperança média de vida saudável aos 65 anos em 30 por cento são dois dos principais objetivos do Plano Nacional de Saúde, implementado através de estratégias locais, os Planos Locais de Saúde.
De assinalar a realização de uma pequena homenagem a Francisco George com a entrega de lembranças institucionais, o cumprimento de um minuto de silêncio pelas vítimas dos incêndios dos últimos dias e um apontamento musical pelo grupo de jazz do Externato Rumo ao Sucesso.

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Setúbal aprova pesar pelas vítimas dos incêndios

Câmara quer bombeiros em alerta todo o ano e não apenas durante determinadas épocas

A Câmara  de Setúbal apresentou, em reunião pública, votos de pesar pelas vítimas dos incêndios que fustigaram nos últimos dias grande parte do território nacional. No documento, a autarquia sadina alerta para a necessidade de serem tomadas medidas urgentes. “O fogo mostrou, uma vez mais, a enorme força com que é capaz de destruir vidas e bens, em particular quando o território se converte, por várias razões, em pasto fácil para as chamas”.  Uma saudação aos bombeiros portugueses, na qual é defendida a urgência na adoção de medidas para evitar a repetição de tragédias como as recentes, foi igualmente aprovada. Ao mesmo tempo, O talho do Porco Preto, no Mercado do Livramento, está a proceder à recolha de alimentos e vestuário para entregar às populações de Arganil e Vila Nova de Poiares.
 Setúbal apresentou votos de pesar pelas vítimas dos incêndios 

A autarquia manifesta “profundo pesar” pelas 41 mortes ocorridas em concelhos como Guarda, Penacova, Oliveira do Hospital, Tábua, Arganil, Sertã, Vouzela, Nelas, Santa Comba Dão, Carregal do Sal e Tondela, sublinha um texto apresentado pela CDU. No documento, a Câmara Municipal de Setúbal alerta para a necessidade de serem tomadas medidas urgentes. “O fogo mostrou, uma vez mais, a enorme força com que é capaz de destruir vidas e bens, em particular quando o território se converte, por várias razões, em pasto fácil para as chamas”.
Por isso, adverte, “urge definir e implementar com a maior urgência soluções que permitam reverter a atual situação e evitar novas tragédias como aquelas assistidas durante o verão”.
Na mesma reunião pública, o PS apresentou um voto de pesar no qual manifesta solidariedade “no momento de nova tragédia provocada pelo flagelo dos incêndios florestais, que deixaram, uma vez mais, um terrível lastro em perdas humanas e materiais”.
O voto de pesar refere que “é tempo de agir e auxiliar quem mais necessita” e de reafirmar o compromisso para com uma “verdadeira reforma estrutural na floresta portuguesa, que contribua para combater e atenuar os terríveis efeitos que o país tem vindo a sofrer”.
A Câmara de Setúbal endereça às famílias das vítimas mortais dos incêndios, através dos presidentes dos municípios onde residiam, as mais sentidas condolências.

Saudação aos bombeiros defende adoção de medidas
Em 2017 já morreram mais de 100 pessoas nos incêndios  Uma saudação aos bombeiros portugueses, na qual é defendida a urgência na adoção de medidas para evitar a repetição de tragédias como as recentes, foi igualmente aprovada.
A autarquia afirma que assume o seu papel no funcionamento do necessário dispositivo local de combate a incêndios, quer com a manutenção da Companhia de Bombeiros Sapadores de Setúbal, quer com o apoio financeiro que concede aos Bombeiros Voluntários de Setúbal, que contribuíram para as operações de combate aos incêndios no último fim de semana.
Este dispositivo funciona “todo o ano e não apenas durante determinadas épocas”, pois “os fogos florestais não conhecem calendários”.
O município considera urgente a adoção de “medidas consistentes” para evitar a repetição de tragédias como as que acontecerem recentemente. “É da maior importância que o Estado assuma as suas inalienáveis responsabilidades por décadas de abandono de vastas zonas do interior do país onde se promoveu a desertificação com encerramento de serviços públicos e a promoção do afastamento de populações para as grandes cidades e para o litoral”.
A Câmara de Setúbal defende que os incêndios florestais e os elevados custos humanos e materiais que deles decorrem são “o resultado de décadas destas políticas em que a racionalidade financeira que levou ao encerramento de muitos serviços públicos e ao afastamento de populações gerou a mais iníqua irracionalidade humana”.
A autarquia recorda que os bombeiros são os primeiros a chegar e os últimos a abandonar o teatro de operações, assim como são “os primeiros a ter de suportar críticas injustas e deslocadas”.
Os bombeiros, refere a saudação, são “aqueles que, no fim, quando tudo arde, dos poucos que permanecem no terreno a dar a cara às populações, a assumir erros e a tentar, por todos os meios, salvar o que é possível salvar”.
São os bombeiros, na maioria voluntários, que “continuam a trabalhar com reduzidos orçamentos e com meios insuficientes” e a ser “escassamente pagos para assumir toda esta responsabilidade”, num quadro de “esquemas de pagamento das horas absolutamente injustos” e de “uma lei de financiamento que se demonstrou desadequada e geradora de enormes injustiças”.
A estes homens e mulheres que “tudo dão em troca de muito pouco” e que denotam “espírito de sacrifício, saber e resiliência”, a Câmara de Setúbal envia “uma forte saudação”.

Campanha de recolha de roupas e alimentos para vítimas dos fogos
Encontra-se a decorrer em Setúbal uma campanha de solidariedade para com as populações que foram afectadas pelos incêndios de domingo. O talho do Porco Preto, no Mercado do Livramento, está a proceder, através da gerência e de colaboradores, à recolha de alimentos e vestuário para entregar às populações de Arganil e Vila Nova de Poiares.
Os responsáveis por esta campanha apelam, assim, à solidariedade de todos. “Pedimos a colaboração de todos e informamos também que seremos nós a levar pessoalmente os bens recolhidos aos pontos de entrega nas respectivas localidades. Queremos ter a certeza que o material chega ao destino e que é devida e rapidamente entregue, não caindo em burocracias. Estamos em contacto directo com as autarquias em questão e a acompanhar todo o processo”, revelam.
“Estamos a contar sair na próxima segunda-feira com todo o material que pudermos recolher. O transporte será efectuado nas nossas carrinhas de trabalho, por nós e pelos nossos colaboradores. Para mais esclarecimentos podem visitar a nossa pagina no Facebook (talho porco preto)”, acrescenta a gerência, a concluir.

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PCP quer auxiliares em escola da Charneca de Caparica

Escola Básica tem dois auxiliares para 260 crianças

A Escola Básica Presidente Maria Emília, na Charneca de Caparica, no concelho de Almada, construída em 2013 e com 12 salas de aulas, tem apenas dois dos seis assistentes básicos a trabalhar. PCP questionou esta semana o Governo na Assembleia da República sobre a situação. Os comunistas questionaram o Governo sobre a falta de assistentes operacionais na Escola Básica Presidente Maria Emília, na Charneca da Caparica, concelho de Almada, referindo que estão a trabalhar apenas dois dos seis previstos para 260 alunos.
Segurança  em escola básica levou o PCP a questionar governo 

“A escola, com 260 alunos de 1.º ciclo, tem seis assistentes operacionais, das quais quatro estão ausentes do serviço por questões de saúde, sem terem sido substituídas. Do que nos tem sido transmitido pelos pais, não foram colocadas assistentes operacionais para acompanhar os alunos com necessidades educativas especiais”, refere o PCP. O grupo parlamentar sublinha que as maiores preocupações são a “segurança e vigilância dos alunos”, explicando que as assistentes operacionais em funções estão “sobrecarregadas com trabalho”. O PCP quer saber se o governo tem conhecimento da situação da escola básica Presidente Maria Emília, que medidas vai tomar e para quando está previsto o reforço de assistentes operacionais no estabelecimento escolar.
A escola localiza-se na Charneca de Caparica, no concelho de Almada, e foi construída em 2013. Está dotada com 12 salas de aula, três salas de pré-escolar, um refeitório, uma biblioteca escolar, sala polivalente, ginásio, sala de professores e gabinetes de trabalho e campo de jogos.

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Jovem de Setúbal desenhou moeda comemorativa

Moeda cunha "O Futuro" de Martim

O passado e o futuro cruzam-se na ilustração que o jovem Martim Estanislau, de Setúbal, criou no concurso “Desenhar a Moeda”, cunhada numa moeda comemorativa que foi apresentada na tarde desta quarta-feira, na Galeria Municipal de Banco de Portugal, em Setúbal. O vereador da Câmara de Setúbal, Pedro Pina, destacou a importância e pertinência da iniciativa. “Um projeto educativo que, através da criação artística, deixa uma marca a pensar o futuro. A ideia de um jovem, numa moeda, para memória vindoura, sobre aquilo que pensa da vida”.  Jovem setubalense, de 13 anos, ganhou concurso "desenhar a moeda"
“Isto é o passado. Cheio de guerras e de morte. Isto é o futuro, com paz, liberdade e igualdade de todos.” As frases, que acompanham desenhos de traço simples, nas duas faces da moeda comemorativa, refletem a perceção da realidade e cunham a ambição idealizada pelo aluno, atualmente com 13 anos e no 8.º ano.
Este é o futuro imaginado por uma criança, fruto de um desafio lançado pela Imprensa Nacional – Casa da Moeda, em colaboração com a Câmara Municipal de Setúbal, no “Desenhar a Moeda”, concurso criativo no qual mais de oito centenas de alunos responderam ao repto de ilustrar “O Futuro”.
“O meu desenho fala do passado e do futuro, que deve ser feito com paz, liberdade e igualdade. São valores que sinto que fazem falta na sociedade e, para isso acontecer, é preciso união e entendimento”, revelou, tímido, Martim Estanislau, da EB de Azeitão, vencedor do concurso “Desenhar a Moeda”.
Martim estava numa aula de Educação Visual quando o professor Silas Figueiredo deu a conhecer o concurso e leu um poema para ajudar à inspiração dos alunos. “Foi depois de ouvir o poema que tive a ideia de desenhar de um lado da moeda pessoas em guerra, a representar o passado, e do outro lado pessoas em paz, como desejo para o futuro”.
A iniciativa, integrada na edição 2016 da Festa de Ilustração de Setúbal, procurou sensibilizar para a riqueza cultural, patrimonial e artística de um artefacto comum, neste caso uma moeda, e desafiou crianças e jovens dos 2.º e 3.º ciclos do ensino básico a conceber criativamente o desenho de uma moeda.
O vereador da Câmara de Setúbal Pedro Pina destacou a importância e pertinência da iniciativa. “Um projeto educativo que, através da criação artística, deixa uma marca a pensar o futuro. A ideia de um jovem, numa moeda, para memória vindoura, sobre aquilo que pensa da vida”.
O autarca enalteceu também a capacidade criativa e de pensamento do jovem Martim. “É o obreiro do trabalho vencedor que, através da simplicidade do seu traço, deixa marcados valores universais. Pensar o futuro cunhado por uma moeda é uma própria metáfora em si mesmo”.
Pedro Pina deixou ainda elogios e agradecimentos à Imprensa Nacional – Casa da Moeda pela dinamização do concurso. “Esta foi uma parceria excecional e um desafio inquietante, pela vertente educativa, e do qual o município de Setúbal muito se orgulha por ter sido escolhido para lançar o projeto”.

Concurso registou a inscrição de oitocentos alunos Na cerimónia de dia 18, o administrador da Imprensa Nacional – Casa da Moeda Rodrigo Lucena enalteceu, igualmente, o desfecho da iniciativa. “Destacar o entusiasmo que o município e as escolas, professores e alunos, dedicaram ao projeto inédito em Portugal, que visou estimular a criação artística e numismática”.
O responsável realçou a importância pedagógica da experiência que, com sucesso, “envolveu a comunidade” e vai permitir à Imprensa Nacional – Casa da Moeda “replicar a experiência noutros concelhos do país em novas edições do concurso”, integrado no Plano Numismático 2017 daquela entidade.
Apesar de apenas uma ilustração ter sido cunhada na moeda, “os mais de oitocentos desenhos apresentados tiveram igual mérito”. O vencedor, vincou Rodrigo Lucena, “imaginou um futuro com paz, liberdade e igualdade, valores inscritos na moeda de coleção que deixa um cunhado para as futuras gerações”.
O concurso registou a inscrição de oitocentos alunos dos estabelecimentos de ensino EB+S Lima de Freitas, ES Sebastião da Gama, EB Aranguez, EB Luísa Todi, EB de Azeitão, EB+S Ordem de Sant’Iago, ES D. João II e ES Dom Manuel Martins, de que resultou a seleção de 342 trabalhos.
O júri, constituído por André Letria, ilustrador, Rui Vasquez, escultor, Raquel Henriques da Silva, professora de História de Arte, Rodrigo Lucena, da INCM, e Celeste Paulino, da Câmara Municipal de Setúbal, avaliou os trabalhos, elegeu o vencedor e atribuiu diversas menções honrosas.
Setúbal foi a primeira cidade a participar no concurso, integrado no Plano Numismático 2017 da Casa da Moeda, que pretende criar uma coleção temática, com emissão anual de uma moeda comemorativa. O desenho vencedor de cada edição do concurso é cunhado, anualmente, na moeda comemorativa.
“O Futuro”, de Martim Estanislau, moeda com valor facial de cinco euros, está disponível em www.incm.pt , em séries limitadas. A moeda em metal cuproníquel, com 60 mil exemplares cunhados, tem o custo de cinco euros, enquanto a série em prata proof, com apenas 2500 espécimes, custa 54,12 euros.
A cerimónia incluiu ainda um apontamento de jazz da Academia de Música e Belas- Artes Luísa Todi, protagonizado por alunos do professor João Salcedas.

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Ostra dá sabor a festival de Setúbal até 5 de Novembro

A ostra volta a ser rainha à mesa dos restaurantes da cidade

Ao longo de 17 dias, os restaurantes que participam no certame gastronómico, organizado pela Câmara de Setúbal com o apoio das empresas Lallemand e Makro, servem pratos onde a ostra é rainha, servida ao natural ou em receitas mais criativas. O primeiro dia inclui uma aula de culinária conduzida pela chef Sandra Faia, com início às 10 horas, no Moinho de Maré da Mourisca, numa organização conjunta da autarquia com a Docapesca. "O Festival da Ostra está incluído num conjunto de certames gastronómicos que a Câmara Municipal de Setúbal desenvolve ao longo do ano de promoção dos produtos regionais e de contributo para a dinamização da restauração local", explica a Câmara de Setúbal. 
Festival da Ostra decorre durante 17 dias em todo o concelho
Depois de "deliciaram-se" com o choco, a sardinha, o carapau-manteiga e o alcorraz, os restaurantes de Setúbal dedicam as suas receitas à ostra, outra riqueza natural da região, para surpreender os visitantes do Festival da Ostra, que decorre até 5 de Novembro.
Provar uma ostra servida ao natural, crua e com umas gotas de limão apenas, é quase como beber do mar. Mas o conhecido bivalve de sabor autêntico é, na verdade, multifacetado. Para comprovar essa riqueza culinária, mais de duas dezenas de restaurantes de Setúbal vão dedicar-lhe algumas receitas, mais tradicionais ou inovadoras, durante o Festival da Ostra 2017 que começa a 20 de Outubro e vai até dia 5 de Novembro.
Antes de sentar os visitantes à mesa, o Festival da Ostra 2017 convida a participar numa aula de culinária conduzida pela chef Sandra Faia, no Moinho de Maré da Mourisca, em pleno estuário do Sado, às 10 horas, logo no primeiro dia. Já no último dia, a mesma chef orienta uma degustação comentada na Casa da Baía, cozinhando receitas e dando a conhecer os vinhos de um dos produtores da Península de Setúbal presentes na garrafeira daquele centro de promoção turística. Será às 18 horas. A participação nas duas atividades é gratuita, sendo necessária inscrição prévia – até aos dias 18 de Outubro e 2 de Novembro, respetivamente – através dos contactos 265 545 010 e turismo.setubal@mun-setubal.pt .
Participam no festival os restaurantes Adega Leo do Petisco, Antóniu’s, Baluarte da Avenida, Cantinho dos Petiscos, Casa do Mar e Estuário do Sado. Mas também as casas Ferribote, Petisqueira O Manel, Poço das Fontainhas, Ribeirinha do Sado, Rius VIP, Solar do Marquês II, Taberna de Azeitão, Taberna Grande e a Taberna Típica O Pescador II, assim como a Tasca das Marés, a Tasca do Xico da Cana e o restaurante Verde e Branco. A maioria dos estabelecimentos localiza-se no centro da cidade.
Este tipo de eventos gastronómicos já se realizam desde há sete anos, organizados pela Câmara de Setúbal com o apoio de várias entidades com o objetivo de valorizar o pescado e a restauração locais. A expetativa é que depois do Festival da Ostra haja até ao final deste ano outro dedicado ao charroco.

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Hospital de Santiago do Cacém pode perder valências

Utentes e enfermeiros contra encerramento de serviços no Hospital do Litoral Alentejano

Mais de uma centena de utentes e de enfermeiros protestaram, esta terça-feira, junto ao Hospital do Litoral Alentejano, no concelho de Santiago do Cacém, "contra o encerramento da Unidade de Convalescença" e o "despedimento de profissionais". "O conselho de administração da Unidade Local de Saúde do Litoral Alentejano quer fechar dois serviços no Hospital de Santiago do Cacém, a Unidade de Convalescença e a de Cuidados Paliativos", disse à agência Lusa Dinis Silva, porta-voz da Coordenadora das Comissões de Utentes do Litoral Alentejano.  Perda de valências no hospital do Litoral Alentejano preocupa 
Segundo o mesmo responsável, a Unidade de Convalescença está atualmente a prestar cuidados a "cerca de 25 utentes" que "estão em risco de sair dali e ir para zonas fora da sua área de residência"."Como está integrado na Rede de Cuidados Continuados, tanto podem ir para o Porto, como para o Algarve", alertou Dinis Silva, que espera que o protesto leve a voz dos utentes "a Lisboa, ao Ministério da Saúde e ao restante Governo, para dizer que estes serviços não devem encerrar", diz Dinis Silva. Além da Unidade de Convalescença, em risco está também o serviço de Cuidados Paliativos, destacou Zuraima Prado, dirigente do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses, que visitou na terça-feira,  as duas unidades no Hospital do Litoral Alentejano, em Santiago do Cacém, antes de participar no protesto, onde verificou "que continua a intenção de encerrar serviços e de diminuir o número de vagas".
"O que foi dito é que haveria uma intenção de dar alta ou de transferir todos os utentes sem condições de terem alta para a Unidade de Cuidados Continuados de Serpa [distrito de Beja], o que obviamente não serve as populações desta região", criticou Dinis Silva.
Segundo a dirigente sindical, a Unidade de Cuidados Paliativos não encerrou até ao momento, "mas já está integrada noutro serviço", tendo sido "retirado pelo menos um enfermeiro", o que significa que "a qualidade dessa resposta dada aos utentes já está colocada em causa neste momento".
"[A Unidade de Cuidados Paliativos] saiu do serviço onde estava originalmente, que sofreu obras de melhoria precisamente para receber essa unidade, e foi neste momento para outro espaço que não está adequado aos utentes de cuidados paliativos", apontou.

Enfermeiros temem despedimentos 
Além dos serviços prestados aos utentes, outra preocupação do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses é o "despedimento de trabalhadores", incluindo "quatro enfermeiros a tempo inteiro e mais dois a meio tempo, em regime de recibos verdes, que deixaram de estar afetos à unidade".
"Por que é que foram admitidos cerca de 44 enfermeiros no Hospital do Barreiro e aqui não são admitidos, porque é que há uma bolsa de recrutamento para o Hospital Garcia da Horta, em Almada, e aqui não são admitidos enfermeiros", questionou Zuraima Prado, em declarações aos jornalistas no final do protesto.
Solidário com a manifestação, o presidente da Câmara de Santiago do Cacém, Álvaro Beijinha, que solicitou este mês ao secretário de Estado da Saúde uma reunião sobre o tema, também participou no protesto que concentrou na portaria do hospital mais de cem utentes e profissionais ao final da tarde.
No final do protesto foi aprovada uma moção, que vai ser remetida ao Presidente da República e ao Governo, a reivindicar a manutenção dos serviços em causa, a admissão de mais profissionais de saúde, a ampliação do serviço de urgência e o cumprimento dos tempos máximos de resposta garantidos nas consultas e cirurgias.
A Unidade de Convalescença e a de Cuidados Paliativos, que integra o Hospital do Litoral Alentejano e os centros de saúde dos concelhos de Alcácer do Sal, Grândola, Santiago do Cacém e Sines, no distrito de Setúbal, e Odemira, no distrito de Beja, abrange uma população residente de cerca de cem mil habitantes.

Agência de Notícias com Lusa 
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Comandante de Setúbal pedala pelos bombeiros

Pedalar  738,2 de Faro a Chaves para lembrar o trabalho dos bombeiros 

O comandante dos Sapadores de Setúbal volta a percorrer em bicicleta, entre os dias 1 e 4 de Novembro, os mais de setecentos quilómetros da Estrada Nacional 2, numa aventura que sensibiliza para a necessidade do apoio constante aos bombeiros. Nesta nova edição, o percurso é feito no sentido de Faro a Chaves, inverso ao que realizou no ano passado, com o major Paulo Lamego, apaixonado pelo ciclismo, a percorrer de novo os 738,2 quilómetros da emblemática EN2 pela campanha “Bombeiros – Corrente Solidária une Portugal no Ano Inteiro”, que conta com o apoio logístico da Câmara de Setúbal. Paulo Lamego volta a atravessar o país de bicicleta 
“Os bombeiros necessitam de apoio o ano inteiro e não apenas nos períodos críticos de incêndio”, sublinha o comandante da Companhia de Bombeiros Sapadores de Setúbal, que, ao abraçar novamente esta campanha, procura “reforçar a mobilização da sociedade na resolução dos diversos problemas que afligem os bombeiros”.
O desafio na EN2 é realizado em quatro etapas. No primeiro dia, a 1 de Novembro, é feito o trajeto entre Faro e Montemor-o-Novo, enquanto nos seguintes são percorridos os troços entre Montemor-o-Novo e a Sertã e entre a Sertã e Lamego. Para a última etapa, dia 4, está reservado o trajeto que liga Lamego a Chaves.
“Este ano mudámos a estratégia. Por uma questão de gestão, optámos por fazer a maior etapa no penúltimo dia, entre a Sertã e Lamego, com um trajeto de cerca de 235 quilómetros. Assim, para o final, até ao quilómetro zero, em Chaves, ficam a faltar ‘apenas’ cerca de cem quilómetros”, adianta Paulo Lamego.
Nesta empreitada por uma causa solidária, Paulo Lamego é acompanhado de mais nove ciclistas no percurso que atravessa vários municípios e um total de 38 corporações de bombeiros. “A causa dos bombeiros é indiferente do sentido em que pedalamos”, vinca.

EN2 atravessa Portugal de Sul a Norte 
A escolha da EN2 para realizar esta iniciativa não é aleatória. “É a estrada mais longa e emblemática de Portugal, que une o norte e o sul do país. O facto de atravessar perto de quatro dezenas de corporações de bombeiros simboliza a corrente solidária que procuramos mobilizar”, destaca o comandante dos Sapadores de Setúbal.
A opção por esta estrada, revela, é marcada por outro fator que se enquadra no espírito da iniciativa. “Atravessa o país pelo centro do território, zona que, este ano, foi particularmente fustigada pelos incêndios. É a oportunidade de constatar, in loco, o flagelo que assolou o país”.
A EN 2, que na sua extensão atravessa 36 municípios, passa pelo interior de povoações e liga paisagens tão distintas como as praias algarvias, a planície alentejana e as vinhas durienses. É a terceira mais longa do mundo, depois da Route 66, nos Estados Unidos da América, e da Rota 40, na Argentina.

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Palmela recebe Festival Internacional de Música

Espetáculos de ritmos do mundo decorrem até 11 de Novembro

O XIII Festival Internacional de Música – Palmela “Terra de Cultura”, promovido pela Sociedade Filarmónica Palmelense “Loureiros”, está a decorrer até 11 de Novembro, na sede da coletividade e noutros espaços do concelho. O festival, realizado com o apoio da Câmara de Palmela, inclui "um programa diversificado e de qualidade, que tem contribuído para a dinamização do concelho, assim como do Centro Histórico da vila, constituindo-se como bom exemplo de prática associativa e de divulgação da música junto de diferentes públicos", explica a Câmara de Palmela. 
Palmela  volta a ser palco de músicas do mundo 
No dia 21, sábado, os Entrequatre, quarteto de guitarras composto por Carlos Cuanda, Jesús Prieto, Manuel Ángel Paz e Roberto Martínez-Vigil, e a Orquestra de Câmara Loureiros, dirigida pelo maestro António Campos, sobem ao palco do Cine-teatro S. João, pelas 21h30, num concerto dinamizado no âmbito da Mostra España 2017.
Logo no dia seguinte, a 22 de Outubro, domingo, o projeto Marco Alonso Group apresenta “Busalik”, disco lançado em Março de 2017, uma espécie de renovação do flamenco, da bossa nova, do jazz, da world music, da música tradicional portuguesa, da música experimental, clássica, alternativa e do fado.
A bossa nova, género musical oriundo do Brasil, mistura-se com os sons suaves do jazz norte-americano num concerto a realizar no dia 28, 21h45, na Casa de Atalaia, dinamizado por São Santos Silva, Luís Filipe Martins e Rui Rosado.  De ressaltar, ainda, o concerto comemorativo do 165.º aniversário da Sociedade Filarmónica Palmelense “Loureiros”, agendado para as 21h30 de dia 25, com a participação do Grupo Coral e da Banda de Música na sede da coletividade.
O programa do XIII Festival Internacional de Música – Palmela “Terra de Cultura” para novembro inclui um jantar comemorativo de aniversário dos “Loureiros”, na sede da coletividade, com entrega de emblemas às/aos associadas/os que completaram 25, 50 e 75 anos. Há ainda animação musical a cargo do grupo Companhia Limitada, composto por Carlos Camarão, no piano e voz, Ricardo Trindade, na bateria, Sónia Sampaio, viola baixo e voz, e Lígia Camarão, percussão e voz.
O último dia do certame de músicas internacionais no concelho de Palmela, a 11 de Novembro, dia de São Martinho, reserva o “World Music Fado – Com Fado, Castanhas e Vinho”, evento a realizar na Sociedade Filarmónica Palmelense “Os Loureiros”, com inscrições limitadas. Carla Sofia Marono, Valter Palma, Eugénio Almeida e Maria Valente, nas vozes, Albano Almeida, na viola, Rui do Cabo, na guitarra portuguesa, são os artistas convidados do “World Music Fado – Com Fado, Castanhas e Vinho”, com início previsto para as 21 horas.

Agência de Notícias com Câmara de Palmela Leia outras notícias do dia em  www.adn-agenciadenoticias.com
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GNR de Almada apanha suspeitos de assaltos

Três detidos por furtos em veículos em zonas turísticas de todo o país

A GNR de Almada deteve, esta terça-feira, três pessoas de idades compreendidas entre os 26 e os 36 anos, suspeitas de falsificação de documentos e vários furtos no interior de viaturas em zonas turísticas, anunciou a corporação. Segundo um comunicado da GNR, os três suspeitos, que tinham como principal alvo veículos alugados por estrangeiros, "deslocavam-se a locais turísticos, parques de estacionamento junto de monumentos nacionais e zonas de praia, fazendo-se transportar em veículos de elevada cilindrada alugada ou em viaturas com matrículas falsas".
GNR desmantela bando que assaltava turistas  
"Os furtos foram praticados em todo o território nacional, mas com maior incidência na Nazaré, Peniche, Belém/Lisboa, Sintra e Costa de Caparica [Almada], tendo como principal `modus operandi´ a quebra do vidro das viaturas alugadas pelos turistas", refere o comunicado da GNR, adiantando que a investigação do Núcleo de Investigação Criminal de Almada teve início há cerca de dois anos.
Na operação que culminou com a detenção dos três suspeitos, a GNR efetuou três buscas domiciliárias e apreendeu duas viaturas de alta cilindrada, produto estupefaciente (haxixe e liamba), malas de luxo de senhora, malas de viagem, relógios, perfumes, óculos de sol, equipamentos informáticos e telemóveis, bem como quantias em dinheiro de 19 países, designadamente, de Angola, Dinamarca, Turquia, Estados Unidos da América, Reino Unido, Itália, Canadá, República Dominicana, Israel, Croácia, Japão, Escócia, Colômbia, Lituânia, Brasil, Rússia, Chile, Suíça e Polónia.
Durante o inquérito a GNR recuperou diversas viaturas furtadas, que já foram entregues aos proprietários, bem como diverso material que tinha sido furtado nos locais turísticos e que também já foi devolvidos às vítimas.
Os detidos, com antecedentes pela prática dos mesmos crimes, serão presentes na quarta-feira ao Tribunal Judicial de Almada para aplicação de eventuais medidas de coação.

Agência de Notícias com Lusa  Leia outras notícias do dia em  www.adn-agenciadenoticias.com [ + ]

Câmara Municipal promove Pão Caseiro de Sesimbra

Pão Caseiro de Sesimbra no Festival de Gastronomia de Santarém

O Pão Caseiro de Sesimbra em Forno a lenha vai marcar presença numa apresentação, seguida de debate, intitulada Deixar o Pão Falar, que decorre no dia 19 de Outubro, quarta-feira, a partir das 14h30 horas, no 37º Festival Nacional de Gastronomia de Santarém.O programa conta com alguns dos maiores especialistas em pão do nosso país, entre os quais Mário Rolando, que já tem participado em iniciativas de promoção do Pão de Sesimbra. A marca Pão Caseiro de Sesimbra em Forno a Lenha foi registada pela Câmara Municipal a 16 de Outubro de 2016, Dia Mundial da Alimentação e do Pão, para "preservar e promover o pão tradicional da zona rural do concelho, muito apreciado e procurado, pelas suas caraterísticas", explica a Câmara de Sesimbra.
Sesimbra mostra pão caseiro do concelho em Santarém 
A iniciativa da autarquia permitiu "desenvolver um conjunto de iniciativas relacionadas com este produto, e aumentou muito a sua procura. A participação neste evento, de âmbito nacional, é reflexo do trabalho que tem sido desenvolvido pela Câmara Municipal, produtores e muitos entusiastas da área da gastronomia, que
se associaram de imediato à ideia", diz ainda o gabinete da Câmara de Sesimbra.
O lançamento da marca Pão Caseiro de Sesimbra Cozido em Forno a Lenha – Sabor e Tradição Ancestrais, decorreu há um ano, a 16 de Outubro.de 2016. Na altura, José Polido, vereador da Câmara de Sesimbra, disse que "temos excelentes produtos e é importante divulgar e valorizar ao máximo aquilo que é nosso". Tal como aconteceu com a Farinha Torrada, a Câmara de Sesimbra registou a marca no Instituto Nacional da Propriedade Industrial, criou um logótipo, e vai começar a produzir um conjunto de materiais de divulgação, como dísticos para as padarias, t-shirts, aventais, sacos de pano e folhetos.
"Temos um ótimo pão, com uma textura e um sabor único. Todo o trabalho de promoção que queremos fazer é para que seja ainda mais conhecido e que figure entre os melhores do país", esclareceu Maria Manuel Gomes, responsável pelo Gabinete de Apoio às Pescas e Ruralidade da autarquia. "Como todos sabem, não há dois pães iguais. Cada um dos produtores, com as suas especificidades, é uma mais-valia para o Pão de Sesimbra", referiu a responsável no lançamento da marca.

A história do pão caseiro de Sesimbra 
É na freguesia do Castelo ou no "campo", que se produz o pão rural, mais conhecido por "pão caseiro". Antigamente era produzido para consumo próprio, de semana a semana, em fornos a lenha existentes nas habitações e guardado em cestos de verga envolvidos em lençóis para permanecer macio por vários dias.
Hoje, continua a ser produzido em fornos a lenha, mas a fornalha encontra-se dividida do forno para evitar que, durante a cozeduza, as cinzas se agarrem ao pão. Apesar disso, o sabor mantém-se. O pão caseiro é fabricado com farinha de trigo, sal, água e fermento.
O processo inicia-se com a mistura de ingredientes, que depois de amassados formam uma massa que vai a levedar durante aproximadamente três horas.
De seguida separam-se pedaços de massa para formar cada pão. Os pães são colocados num tabuleiro coberto de farinha e cobertos com um lençol. Cerca de 30 minutos depois estão prontos a ir ao forno bem quente. O tempo de cozedura depende de se o querer mais ou menos estaladiço. Retira-se do forno e está pronto a consumir.
Pode ser adquirido junto dos fabricantes, nos mercados municipais de Sesimbra e Quinta do Conde e em vários estabelecimentos comerciais do concelho.

Agência de Notícias com Câmara de Sesimbra  Leia outras notícias do dia em  www.adn-agenciadenoticias.com [ + ]

GNR apreende 900 quilos de amêijoa em Alcochete

Apanha de amêijoa no estuário do Tejo vai ser regulada

A GNR apreendeu cerca de 900 quilos de ameijoa japónica, avaliada em cerca de seis mil euros, numa operação efetuada na zona do Samouco, concelho de Alcochete.  "No âmbito de uma fiscalização, os militares da GNR detetaram um indivíduo que estava a efetuar o transporte de bivalves, sem se fazer acompanhar dos documentos de registo obrigatório para a sua apanha e transporte", refere a GNR em comunicado.  A ministra do Mar, Ana Paula Vitorino, assinou no final de Junho, um protocolo que prevê a criação no Barreiro de uma infra-estrutura para depósito, transformação e valorização de bivalves capturados nos concelhos do Barreiro, Seixal, Almada, Moita, Montijo e Alcochete.  900 quilos de amêijoa voltaram ao Rio Tejo 

A operação foi efetuada pela Unidade de Controlo Costeiro, através do Subdestacamento Controlo Costeiro da Fonte da Telha.
"Impediu-se a entrada dos bivalves no circuito comercial por os mesmos não terem sido sujeitos a uma inspeção higiossanitária, o que poderá constituir um risco para a saúde pública", acrescenta o documento.
O suspeito foi identificado e elaborado o respetivo auto de contraordenação, com os bivalves a serem devolvidos ao seu habitat natural.
Mal a maré desce – seja de tarde ou manhã – junto à zona de praia do Samouco, no concelho de Alcochete, os carros chegam quase até à rotunda. E a rotunda está longe. Os estacionamentos estão cheios, mas a praia tem poucos banhistas na areia. Para perceber onde se enfiaram as centenas de pessoas que ‘largaram’ os carros à torreira do sol é preciso estar disposto a passar um canal onde a água chega quase à cintura e andar a pé uns largos metros. Ao fundo, para a esquerda e para a direita da ponte Vasco da Gama – onde o trânsito passa indiferente ao cenário por debaixo, estão os apanhadores da amêijoa.
Chegam em grupos ou sozinhos; nas mãos carregam pás e baldes, garrafões e sacos vazios, latas de tinta sem tinta; às costas levam mochilas, grandes. São homens, mulheres e meninos ainda. Todos há procura do mesmo.
"Engenheiros, advogados, todas as profissões, até pessoas que viviam bem até há pouco tempo. Já vêm também romenos, ucranianos e até chineses, agora que a crise deu à costa é um arco-íris de nacionalidades a apanhar bivalves", garante um mariscador.

Vai ser construído um depósito de transformação de bivalves no Barreiro 
Governo vai regular apanha de amêijoa no Barreiro  A ministra do Mar, Ana Paula Vitorino, assinou no final de Junho, um protocolo que prevê a criação no Barreiro de uma infra-estrutura para depósito, transformação e valorização de bivalves capturados nos concelhos do Barreiro, Seixal, Almada, Moita, Montijo e Alcochete.
O protocolo foi assinado entre a Câmara do Barreiro, o Instituto Português do Mar e da Atmosfera, a Direcção-Geral dos Recursos Naturais, Segurança e Serviços Marítimos, a Administração do Porto de Lisboa e a Docapesca – Portos e Lotas.
“Devido ao teor bacteriológico das águas do estuário do Tejo, os bivalves capturados só podem ser consumidos após cozedura ou transposição prolongada. Assim, o protocolo prevê a criação, no período máximo de um ano, de uma infra-estrutura dirigida a Depósito e Transformação de Bivalves do Tejo”, afirma o ministério do Mar.
A infraestrutura, que será a primeira do género no país, terá um investimento estimado entre 1,2 e 1,4 milhões de euros. Ana Paula Vitorino anunciou que este projecto será incluído numa candidatura ao Mar2020, o que pode significar um financiamento europeu a 75 por cento.
Um estudo de Maio do ano passado reuniu os departamentos de investigação de várias universidades que revelava existirem mais de 1700 mariscadores, cerca de 1500 dos quais em situação ilegal, que retiram do estuário do Tejo a maioria dos 19 mil quilos de amêijoa-japonesa por dia (dez mil pelos aparelhos de arrasto) num negócio na sua larga parte pirata que, em 2014, terá envolvido uma verba estimada entre os 10 e os 23 milhões de euros.
Segundo várias entidades, muito dessa ameijoa, cujo consumo sem cozedura industrial pode ser muito nocivo para a saúde, é vendida ilegalmente para restaurantes que depois a revendem ao público. Apesar de várias iniciativas, incluindo uma apertada vigilância, ninguém conseguiu até agora travar a apanha ilegal no estuário do Tejo.
Esta instalação anunciada  no verão será construída numa parcela do domínio público sob jurisdição do porto de Lisboa, cedida ao IPMA -  Instituto Português do Mar e da Atmosfera, pelo prazo de dez anos, e será constituída por três módulos fundamentais: Depósito de Bivalves Vivos, Unidade de Transformação e Sistema de Valorização.
O IPMA compromete-se a apresentar um Plano Sanitário do Estuário do Tejo que inclua uma zonagem regional para optimizar as condições de apanha, enquanto à Direcção-Geral dos Recursos Naturais, Segurança e Serviços Marítimos – que coordena a fiscalização e regula a pesca e o licenciamento dos apanhadores – compete criar condições para, em conjunto com a Docapesca, efectuar o registo da primeira venda. A câmara do Barreiro assegura o necessário apoio de proximidade.

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Seniores ativos continuam em cena em Setúbal

Teatro para combater o isolamento e a vitalidade da população idosa

A segunda edição do Seniores em Cena, programa da Câmara de Setúbal que desafia a criatividade cultural e fomenta a participação ativa da população sénior em projetos teatrais, arrancou no dia 16 de Outubro, com um encontro no Centro Multicultural. A iniciativa, realizada no âmbito das comemorações do Dia Internacional da Pessoa Idosa 2017, que juntou participantes e responsáveis das nove entidades envolvidas na segunda edição do programa, a par de técnicos municipais, foi o ponto de partida para o novo ciclo do programa municipal dinamizada através do Grupo EnvelheSeres e serviu de pretexto para uma tarde de convívio. Seniores combatem isolamento com criatividade cultural 
A apresentação e as expectativas para a segundo Seniores em Cena, programa que na edição inaugural contou com 127 participantes nos grupos cénicos, centraram as atenções do evento, que incluiu um aquecimento teatral conjunto e a execução da pintura de lonas alusivas à iniciativa sénior.
Voltam a integrar o elenco do Seniores em Cena utentes dos centros comunitários de São Sebastião, de Vanicelos e de Santa Maria, LATI – Liga dos Amigos da Terceira Idade e Aurpia – Associação Unitária de Reformados Pensionistas e Idosos de Azeitão.
Este ano, o programa, que inclui seis meses de preparação para a apresentação de quatro peças teatrais em Abril, no Fórum Municipal Luísa Todi, conta ainda com a participação da Associação de Socorros Mútuos Setubalense, do Projeto Mãos Dadas, da Junta de Freguesia de São Sebastião e do Conforto dos Avós.
O encontro de dia 16, com testemunhos e a partilha de experiências, serviu ainda "para fazer um balanço da primeira edição do Seniores em Cena, no qual foram apresentados os trabalhos cénicos Capas Negras, Pátio das Antigas, Peripécias do Dia a Dia, Alegria no Centro de Dia e Aldeia da Roupa Branca", explica a autarquia sadina.
O Seniores em Cena explora a "arte coletiva, em particular o teatro, como método para o desenvolvimento da criatividade e o fomento da vitalidade física e mental da população idosa, bem como para combater o isolamento", sublinha a Câmara de Setúbal.
Este programa municipal de atividades teatrais é dinamizado através do EnvelheSeres, grupo impulsionado desde 2008 pela Câmara de Setúbal, com várias entidades parceiras, que define e dinamiza ações direcionadas à população sénior, tendo em vista o exercício da cidadania participativa e inclusiva.


Agência de Notícias com Câmara de Setúbal 
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Casal de Setúbal morre em incêndio em Santa Comba Dão

Número de mortos nos incêndios não para de subir: 41 e uma pessoa desaparecida

Negro de cinza, negro de morte. O cenário repete-se a papel químico nas aldeias e vilas do centro e norte de Portugal. Em alguns lugares é difícil imaginar que alguém tenha escapado incólume aos incêndios que se multiplicaram nos últimos dias pelo país. São já 41, dizem as autoridades,  as vítimas fatais dos incêndios em Portugal. Dois irmãos que tentavam salvar lenha e animais do barracão do pai, uma grávida que fugia em contramão na A25 e um bebé de um mês são quatro desses casos. Mas há mais vitimas. Em Relvas, em Santa Comba Dão, num túnel junto ao IP3, as chamas apanharam no caminho um casal de Setúbal, com casa de fim-de-semana no distrito de Viseu. Perderam a vida dentro do carro, cercados pelas chamas, aparentemente de forma inesperada quando o fogo seguia imparável, empurrado por ventos de quase 100 quilómetros por hora, em direção a Tondela e a Nelas, a 60 quilómetros do local de partida, em Servis, no concelho da Lousã. O primeiro-ministro garante que é preciso fazer mudanças ao nível da reforma da floresta e das recomendações da comissão técnica independente.
Muitos foram apanhados pelo fogo nas estradas  Seis pessoas dadas como desaparecidas desde os incêndios de domingo no Norte e no Centro do país já foram localizadas sem qualquer ferimento, avançou a SIC Notícias. Segundo adjunta nacional de operações da Proteção Civil, Patrícia Gaspar, todos os seis desaparecidos encontrados são do distrito de Viseu, faltando encontrar uma pessoa no distrito de Coimbra. A Autoridade Nacional de Proteção Civil anunciou na segunda-feira que estavam desaparecidas sete pessoas, uma na Figueira da Foz, uma na Pampilhosa da Serra (distrito de Coimbra), duas em Nelas, duas em Santa Comba Dão e uma em Mortágua (distrito de Viseu). As centenas de incêndios que deflagraram no domingo, o pior dia de fogos do ano segundo as autoridades, provocaram pelo menos 41 mortos e 71 feridos, entre eles 16 em estado grave, além de terem obrigado a evacuar localidades, a realojar as populações e a cortar o trânsito em dezenas de estradas. Horas antes, o número de mortos nos incêndios que lavram desde domingo no país tinha subido para 37 após se confirmar a vítima mortal de Coja (Coimbra), e mais três em Albitelhe, concelho de Vouzela, São Joaninho, onde um casal de Setúbal perdeu a vida, Santa Comba Dão, e Couço, Oliveira de Frades. As vítimas mortais registaram-se nos concelhos de Viseu (19), Coimbra (14), Guarda (2) e Castelo Branco (1). Não é ainda conhecida a região onde se registaram as últimas mortes. Em Penacova, no distrito de Coimbra, duas pessoas morreram devido ao fogo que deflagrou durante a manhã no concelho da Lousã. A notícia foi confirmada por Patrícia Gaspar, adjunta da Proteção Civil, que adiantou que as duas vítimas estavam no interior de um barracão agrícola, na povoação de Vale Maior, na freguesia de Friúmes e Paradela da Cortiça. Os dois homens, irmãos, tinham cerca de 40 anos e, segundo várias testemunhas, estariam a tentar salvar a lenha e os animais guardada no barracão, que pertencia ao pai, quando foram cercados pelas chamas. A construção começou a arder e os dois homens já não conseguiram fugir por causa do fumo e das faúlhas. Ao início da tarde, soube-se que o bebé de apenas um mês que estava desaparecido em Tábua tinha sido também encontrado sem vida. Os pais já tinham sido encontrado mortos esta segunda-feira de manhã, na Quinta da Barroca, em Tábua. Nelas, distrito de Viseu: um morto. Pouco se sabe sobre esta vítima; apenas que se tratava de uma das duas pessoas que tinham sido dadas como desaparecidas numa aldeia da freguesia de Senhorim. Segundo Filipe Guilherme, comandante dos bombeiros locais, foi ainda registado um ferido naquele concelho do distrito de Viseu. A segunda pessoa continua desaparecida.Tinha cerca de 50 anos e foi encontrado carbonizado em Vale do Laço, concelho da Sertã, debaixo de uma estrutura que caiu. Seria, tal como a irmã, com que estava na altura em que as chamas deflagraram, deficiente auditivo. Terá sido por isso, diz o Expresso, que não se aperceberam tão rapidamente do avançar do fogo e que se deixaram surpreender por ele. A irmã foi
salva pelos bombeiros; o irmão não.
Oliveira do Hospital: um morto. Pouco se sabe também sobre esta vítima, cuja morte foi confirmada por Patrícia Gaspar, adjunta da Proteção Civil.
Uma jovem terá morrido na sequência de um acidente na A25, junto à estação de serviço de Vouzela, no sentido Viseu – Aveiro. De acordo com o Jornal de Notícias, que avançou com a notícia, dois carros terão colidido frontalmente quando, ao se depararem com as chamas junto à autoestrada, terão tentado voltar para trás, em contramão.
O comandante dos bombeiros de Oliveira de Frades, Fernando Farreca, disse ao jornal que a vítima mortal é uma jovem de 19 anos que estava grávida.


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